17/10/2013

O Fantasma de Canterville - Ebook gratuito


Autor: Oscar Wilde
Edição: Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro
Coleção: Clássicos da Literatura
1.ª edição: setembro de 2013
Ilustrações: Wallace Goldsmith (da edição de 1906, em inglês, disponível em Project Gutenberg)
Um conto fantástico de Oscar Wilde, incluído nas obras recomendada pela educação literária das metas curriculares de Português.
"Presumo que consigam descarregá-lo mas não abri-lo...

O ebook está em formato epub, que é o formato standard para ebooks. Para ler é necessário um software/aplicação própria. Para ler em computador, o recomendado é o Adobe Digital Editions, gratuito: http://www.adobe.com/pt/products/digital-editions/download.html
Para ler em tablets, existem várias aplicações: para iPad recomendo o iBooks, Blue Fire, ou Marvin, e para tablets Android o Aldiko e o Blue Fire  Em e-readers não é necessário instalar nada, pois todos os e-readers funcionam com ficheiros epub."
Carlos Pinheiro

Acesso livre à Música Clássica - Musopen

Porque independentemente das efemérides... todos os dias  são bons para celebrar a música!

Aproveitamos a ocasião para divulgar um projeto de difusão e disponibilização de música, em acesso livre. O Musopen, é uma muito útil biblioteca online de obras musicais de domínio público que disponibiliza peças de mais de 150 compositores clássicos para download ou audição on-line. As composições estão organizadas por compositores, intérpretes, períodos ou instrumentos. As peças são dirigidas e executadas por maestros e instrumentistas consagrados. Para fazer o download é apenas necessário um registo simples. Os downloads gratuitos estão limitados a cinco, por dia. No entanto, com um pagamento de 55 US$ anuais, todo o conteúdo do site fica disponível para downloads ilimitados. A Musopen também disponibiliza as partituras das obras que compõem o projeto.

15/10/2013

Nomeações para o Prémio ALMA 2014





O escritor português António Mota, autor do qual possuímos bastantes títulos nas nossas bibliotecas,  está entre os nomeados para atribuição do Prémio Astrid Lindgren (ALMA) 2014 . A candidatura, proposta pela Direção Geral do Livro e das Bibliotecas, foi anunciada na maior feira anual de editores e livreiros a decorrer na Alemanha até 13 de outubro, a Feira de Frankfurt. A editora Planeta Tangerina, com quem já tivemos o privilégio de trabalhar, com uma das responsaveis pela editora, a escritora Isabel Minhós Martins, e dos quais temos também muitos títulos disponíveis para requisição, também está  nomeada, pela 3ª vez consecutiva, pelo próprio júri do Prémio!
Parabéns!





11/10/2013

Prémio Nobel da Literatura 2013

ALICE MUNRO
"Nascida na província canadiana de Ontário em 1931, a escritora Alice Munro venceu nesta quinta-feira o Prémio Nobel da Literatura, atribuído pela Academia Sueca, que nela reconheceu um “mestre do conto contemporâneo”. Munro recebera já alguns dos mais importantes prémios literários, incluindo, em 2009, o prestigiado Man Booker International Prize, e era há muito uma candidata recorrente ao Nobel da Literatura". (in Público).

10/10/2013

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

Vê aqui os cartazes de outras escolas relacionados com este mês
No dia 28 de outubro convidaremos os nossos alunos a entrarem por uma "porta especial" ...


A Nossa Sugestão de Leitura: A Porta de José Fanha


Sinopse
Um menino e os pais chegam, de malas feitas, a uma casa nova. Mas a casa nova não tem em paredes, nem tecto, nem nada. Apenas uma porta.
- Uma porta é um bom começo! - disse logo o pai que era um sonhador. Mas a mãe ficou muito aflita. - E onde é que está a cozinha, a sala, o quarto?!
Tudo estava por inventar naquela casa que ainda só tinha uma porta.
No entanto, essa não era uma porta vulgar. Abria para um mundo mágico onde viviam e vivem os novos vizinhos: o Grande Espinafre, a Bruxonauta, a Princesa Princesinha e o Xico Parafuso. Gente estranha e invulgar mas cheia de vontade de ajudar embora nem sempre essas ajudas resultem da melhor maneira. Basta lembrar os bruxedos falhados da Bruxonauta, das tentativas do Xico Parafuso de pregar as pessoas ao chão e os ponteiros ao relógio, ou do esparguete que não pára de crescer na horta do Grande Espinafre.


25/09/2013

Boas Vindas

Fonte
Damos as boas vindas a toda a cominidade escolar e desejamos que venham "descobrir e explorar" todos os livros  das 3 bibliotecas escolares do Tortosendo ao longo deste novo ano letivo! Ler, LER, Ler!

24/09/2013

Morreu António Ramos Rosa

Morreu esta segunda-feira em Lisboa, aos 88 anos, o poeta e ensaísta António Ramos Rosa, um dos nomes cimeiros da literatura portuguesa contemporânea, autor de quase uma centena de títulos, de O Grito Claro (1958), a sua célebre obra de estreia, até Em Torno do Imponderável, um belo livro de poemas breves publicado em 2012. Exemplo de uma entrega radical à escrita, como talvez não haja outro na poesia portuguesa contemporânea, Ramos Rosa morreu por volta das 13h30 desta segunda-feira, em consequência de uma infecção respiratória, em Lisboa, no Hospital Egas Moniz.
Além da sua vastíssima obra poética, escreveu livros de ensaios que marcaram sucessivas gerações de leitores de poesia, comoPoesia, Liberdade Livre (1962) ou A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979), traduziu muitos poetas e prosadores estrangeiros, sobretudo de língua francesa, e organizou uma importante antologia de poetas portugueses contemporâneos (a quarta e última série das Líricas Portuguesas). Era ainda um dotado desenhador.
Prémio Pessoa em 1988, António Ramos Rosa, natural de Faro, recebeu ainda quase todos os mais relevantes prémios literários portugueses e vários prémios internacionais, quer como poeta, quer como tradutor.
Já muito fragilizado, o poeta, que estava hospitalizado desde quinta-feira, teve ainda forças para escrever esta manhã os nomes da sua mulher, a escritora Agripina Costa Marques, e da sua filha, Maria Filipe. E depois de Maria Filipe lhe ter sussurrado ao ouvido aquele que se tornou porventura o verso mais emblemático da sua obra — “Estou vivo e escrevo sol” —, o poeta, conta a filha, escreveu-o uma última vez, numa folha de papel. 
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